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CESVI BRASIL e MAPFRE Saúde alertam: buzinar sem parar rende multas e possíveis riscos à audição

São Paulo, 13 fevereiro de 2017 – É nos congestionamentos dos grandes centros e corredores das avenidas que ouvem-se as buzinas. Por vezes, são tantas que até parecem uma grande sinfonia. Geralmente, aparecem através das motos que cortam o trânsito, no veículo que apressa o carro da frente, em alertas aos pedestres e até para expressar o estresse de motoristas enfezados. Por isso, o CESVI BRASIL, Centro de Experimentação e Segurança Viária da MAPFRE, alerta sobre o que não pode ser feito no trânsito quando o assunto é buzina.
De acordo com o coordenador técnico do CESVI BRASIL, Alessandro Rubio, o uso indevido da buzina pode render 3 pontos na CNH e R$ 88,38 revertidos em uma infração leve. “No trânsito, é importante que o condutor seja prudente e dê um simples toque como advertência ao pedestre ou outros motoristas com o objetivo de evitar acidente. Outra dica é evitar toques mais longos na buzina, uma vez que o som pode assustar o outro motorista e causar algum acidente, além de ser proibido", comenta.
O especialista também ressalta que as buzinas personalizadas podem perder a sua efetividade em determinado momento, uma vez que ela não exerce a sua finalidade de chamar a atenção de pedestres e de outros condutores. "Apesar de serem diferentes e até engraçadas, as buzinas que fogem do convencional podem não funcionar, o que é um risco ao condutor e para quem estiver em volta. Além disso, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não permite que a buzina reproduza sons contínuos ou intermitentes, ou seja, caso o agente de trânsito identifique que uma buzina musical tem o som contínuo, o motorista poderá ser multado", finaliza.
Confira o Trecho do CTB:

Art. 227. Usar buzina:
I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;
II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III - entre as vinte e duas e as seis horas;
IV - em locais e horários proibidos pela sinalização;
V - em desacordo com os padrões e frequências estabelecidas pelo CONTRAN:
Infração - leve;
Penalidade - multa.
Menos buzina e mais saúde
Além dos riscos no trânsito, o uso excessivo da buzina, com o tempo, pode acarretar problemas auditivos e o aumento do nível de estresse. Essa percepção fica mais evidente sempre que alguém aciona uma buzina e todos os motoristas, como se fossem ativados pelo sistema nervoso, começam a buzinar sem parar.
É pensando em amenizar esses problemas que o diretor da MAPFRE Saúde, Claudio Tafla, alerta para que os motoristas fiquem atentos a qualquer sintoma nos ouvidos. "Devemos sempre ter uma ação preventiva em relação à saúde. O transito, que é um local estressante e que pode causar problemas a todos os órgãos do corpo, tem na poluição sonora um dos principais causadores de lesões aos ouvidos, principalmente quando os barulhos e ruídos são altos e constantes, como o de motores, gritos, música alta e muitos outros. Tomar cuidados com fones de ouvido, também é um cuidado preventivo", comenta.
Confira algumas dicas do especialista para diminuir os efeitos danosos do som alto à saúde:

  • Evite ambientes de muito barulho e com o som alto;
  • Use o volume moderadamente na utilização do fone de ouvido;
  • Diminua o volume do rádio e da TV sempre que o ambiente estiver calmo e tranquilo; 
  • Problemas como colesterol alto, diabetes e pressão alta podem acelerar o processo de perda auditiva, uma vez que as três doenças diminuem a circulação do sangue no único vaso do ouvido. Fique atento;
  • É importante manter todos os cuidados que envolvem a limpeza. Por isso, é indicado retirar apenas a cera do lado externo do ouvido, quando já está visível ou enxugar a região com a toalha depois do banho.

Para mais informações sobre a MAPFRE Saúde, basta acessar o site www.mapfresaude.com.br; e para conhecer as atividades do CESVI BRASIL, acesse www.cesvibrasil.com.br.

Sobre a MAPFRE – No Brasil desde 1992, a MAPFRE é parte do grupo espanhol que forma uma das maiores empresas de prestação de serviços nos mercados segurador, financeiro, de saúde e pesquisa do mundo. Sólida e inovadora, está presente em 51 países e nos cinco continentes. Especialista nos segmentos em que atua, a MAPFRE opera com bases de negócios sustentáveis e é dividida em unidades de Investimentos, Consórcios, Capitalização, Previdência e Vida Resgatável, Saúde, Seguros (por meio do GRUPO BB E MAPFRE), Assistência e Pesquisa e Desenvolvimento (CESVI Brasil). A companhia ainda mantém a Fundación MAPFRE, instituição sem fins lucrativos, que promove e desenvolve atividades de interesse geral da população.Mais informações sobre produtos e soluções: www.mapfre.com.br.

A unidade MAPFRE Saúde chegou ao mercado com um novo modelo de prestação de serviço, com foco na participação ativa da vida cotidiana de seus beneficiários, oferecendo apoio e suporte. A área conta com uma rede credenciada própria em São Paulo, no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, além do Programa Vida Saudável como diferencial, com foco em promoção à saúde e prevenção.
Fundado em 1994, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária), pertencente ao Grupo MAPFRE, é o único centro de pesquisa brasileiro dedicado à segurança viária e veicular e à disseminação de informação técnica para o setor e também para a sociedade. Foi o primeiro centro da América Latina e é membro do RCAR (Research Council for Automobile Repairs), uma associação internacional de centros de pesquisas de seguros com os mesmos objetivos.  Para conhecer as atividades do CESVI, acesse www.cesvibrasil.com.br, e também acompanhe as novidades pelo Twitter, Facebook, e YouTube em: www.twitter.com/cesvibrasil, www.facebook.com/cesvibrasilwww.youtube.com/user/cesvibrasil. Mais informações sobre reparação automotiva também podem ser acessadas no blog: www.clubedasoficinas.com.br

Outras informações sobre MAPFRE Saúde e CESVI BRASIL:
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