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Dica sobre
direção segura

Para que haja uma direção sustentável, precisamos estar atentos as regras básicas para segurança do motorista, pedestre, veículos e carga. A MAPFRE disponibiliza aqui, algumas dicas para você manter uma boa segurança e prevenir contra acidentes.

Regras básicas da direção sustentável

Estrutura caminhão

Docum. do veículo e do motorista

Condições adversas

Cuidados com a saúde

Regras de segurança durante a viagem

A DIREÇÃO SUSTENTÁVEL VISA A SEGURANÇA DO MOTORISTA, CAMINHÃO, CARGA, PEDESTRES E DEMAIS VEÍCULOS. POR ISSO, FIQUE ATENTO ÀS REGRAS DESCRITAS A SEGUIR!

Regras Básicas da Direção Sustentável

 

Use o cinto de segurança

Como o próprio nome diz, o cinto de segurança garante a integridade física do condutor e dos passageiros em caso de acidente. Por isso, seu uso é obrigatório em todos os veículos automotores que percorrem vias urbanas, rodoviárias e rurais, como definem o art. 65-167 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e a res. 48/98 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

    

Respeite a velocidade

Obedeça sempre aos limites de velocidade, identificados por placas sinalizadoras nas áreas urbanas e na rede rodoviária.

Não utilize o celular

Falar ou mexer no celular ao volante é infração gravíssima, sujeita a multa e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) segundo o CTB. Caso seja necessário, estacione em local permitido para, então, usar o aparelho.

Mantenha distância segura

Faça sol, faça chuva, é prudente manter uma distância segura dos outros veículos.

O lugar das mãos é no voltante

Conduza com ambas as mãos no volante. Não se distraia apanhando objetos no veículo em movimento e nada de acender cigarros!

Dirija com a máxima atenção

Habitue-se a dirigir com atenção plena. Afinal, lembre que não conduz somente para você.

Cuidado ao ultrapassar

Faça movimentos precisos e ultrapassagens seguras. A prudência evita acidentes.

Priorize seu bem-estar

Quando sentir-se sem condições físicas ou emocionais, não conduza!

Atenção às condições do veículo

Não adianta dirigir com cautela se o caminhão não estiver em bom estado. Antes de iniciar a viagem, faça a revisão do veículo: a manutenção preventiva garante segurança e economia ao motorista.

A estrutura do veículo também tem grande importância para a segurança do Motorista. A Cabine é o local que, além da direção, serve de acomodação para o pernoite.

Estrutura do Caminhão

Painel

Sua função é informar qualquer irregularidade no veículo. Por isso, mantenha-o sempre limpo e com todos os sensores funcionando corretamente. Fique atento às luzes que acenderem no painel: elas indicam possíveis problemas, a serem verificados conforme o manual do veículo.

Vale lembrar que o extintor continua obrigatório para caminhões. Sendo assim, o equipamento deve estar em perfeito funcionamento e dentro da validade.

Carroceria

Esta é outra parte fundamental da estrutura do veículo: há vários tipos de carroceria, e cada uma tem suas particularidades de conservação, que devem ser seguidas. Além de garantir a segurança, a manutenção da carroceria preserva o bem material e o instrumento de trabalho.

Conforme o art. 230 do CTB, “conduzir o veículo em mau estado de conservação, comprometendo a segurança, ou reprovado na avaliação de inspeção de segurança e de emissão de poluentes e ruído” é uma infração grave, cuja medida administrativa é a retenção do veículo para regularização.

Fora isso, a carroceria deve estar em perfeitas condições para a adequada acomodação da carga.

Faróis e setas

Iluminação e a sinalização são a forma de comunicação do motorista com os demais veículos e os pedestres, mostrando que realizará uma manobra ou ultrapassagem.

A manutenção é simples, porém fundamental. Realize frequentemente a inspeção visual e procure ter sempre lâmpadas reservas no veículo.

Fluidos

Atenção aos níveis dos fluidos: ao mantê-los no máximo, o motorista logo perceberá se surgir um vazamento, ainda mais se o defeito iniciar na estrada! Dessa forma, haverá tempo hábil para corrigir o problema.

E lembre que o sistema de freios possui ar além de fluidos. Assim, o sistema de ar do caminhão também deve ser checado com frequência.

Acomodação da carga

Para cada tipo de carga existe a forma correta de acomodação nos veículos, garantindo a segurança durante o transporte. Distribuição igual da carga: a carga deverá ser colocada do eixo traseiro para a frente, com igual distribuição sobre os eixos. Deve-se colocar a parte mais pesada no meio de forma a centrar o ponto de gravidade. Nunca carregar de maneira desigual os lados da carroceria: o excesso de peso exigirá maior esforço da suspensão e dos pneus, provocando condições desiguais de frenagem, derrapagem e deformações no quadro do chassi. Para cada tipo de carga existe um veículo adequado: cargas muito longas, como postes, tubos e toras, nunca deverão ser transportadas em caminhão sem as dimensões necessárias para tal carregamento. Isso poderá ocasionar má estabilidade do veículo e prováveis deformações no quadro do chassi.

Efeitos do excesso de peso

Capacidade de frenagem
  • Distância de parada
  • Superaquecimento do sistema
Estabilidade do veículo
  • Reduz a estabilidade ao tombamento
  • Compromete a dirigibilidade
Danos ao pavimento e “pontes”
  • Caminhões com excesso de peso deixam “rastro” para acidentes acontecerem
Danos ao próprio veículo
  • Excesso de consumo de combutível
  • Desgaste de pneu
  • Problemas mecânicos

Lona

Além de proteger a carga das intempéries, a lona impede seu derramamento nas vias, prevenindo, assim, acidentes e danos a outros veículos e aos pedestres.

O Contran regulamentou o transporte de sólidos a granel por meio da res. 441/2013, constantemente fiscalizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A resolução vale para cereais, areia, minério, fertilizantes etc.

Regras para amarração

Atualmente, o transporte rodoviário de cargas brasileiro dispõe da res. 552 do Contran, que regulamenta a amarração de cargas, trazendo maior segurança ao motorista, ao veículo e à carga.

Em janeiro deste ano, passaram a vigorar algumas mudanças, sendo elas:

  • Não será mais permitida a utilização de cordas para amarrar a carga
  • Ficará exclusivamente para a lona de cobertura
  • Não será mais permitida a utilização de dispositivos de amarração em pontos constituídos de madeira, que estejam fixados na parte de madeira da carroceria.

Deverão ser utilizados cintas têxteis, correntes e cabos de aço com resistência total à ruptura por tração de, no mínimo, duas vezes o peso da carga. Já barras de contenção, trilhos, malhas, redes, calços, mantas de atrito, separadores, bloqueadores e protetores poderão ser utilizados como dispositivos adicionais.

Existe também uma nova regra para cargas indivisíveis em veículos do tipo prancha. Esse tipo de carga deverá contar com pelo menos quatro pontos de amarração por meio da utilização de correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou a combinação desses tipos.

Outro ponto importante a ser destacado é que os dispositivos de amarração só poderão ser passados pelo lado externo da carroceria em veículos do tipo carga seca e quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria.

A documentação, tanto do veículo quanto do motorista, é de grande importância, para a livre circulação pelas vias urbanas e estradas.

Importante: Os documentos devem estar dentro do prazo de validade.

CRLV

O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) é o documento obtido após a realização do licenciamento e que concede ao veículo (e a seu portador) o direito de livre tráfego.

Tacógrafo

O dispositivo deve estar homologado pelo Inmetro, e seu disco precisa ser preenchido corretamente com os dados obrigatórios: nome do motorista, placa do caminhão e a data em que o disco foi inserido.

ANTT

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é o órgão que regulamenta a atividade do transporte rodoviário de carga. Esta certificação possibilita a maior divulgação de oferta de serviço, reduzindo perdas, roubos de carga e custos com seguros.

CNH

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é o documento que garante seu deslocamento com veículo automotor. É de grande importância que a categoria da CNH seja adequada ao tipo de veículo que pretende conduzir:

Categoria B: condutor de veículos utilizados em transporte de carga dos tipos trator de roda, trator de esteira, trator misto ou a combinação em que a unidade acoplada (reboque) não exceda 6 mil quilos.

Categoria E: condutor de combinação de veículos com mais de uma unidade tracionada, independentemente da capacidade de tração ou peso bruto total.

A CNH deve estar dentro da validade e não poderá estar suspensa ou caçada.

Curso de Mopp

Para o transporte de cargas perigosas, o condutor deve possuir o Curso de Mopp, bem como suas últimas reciclagens.

Tenha sempre em mãos telefones úteis da operação, como o número da PRF, da empresa contratante, da transportadora etc.

Rótulos de risco e painéis de segurança

O veículo transportador deve possuir rótulos de risco e painéis de segurança específicos (NBR 7500 da ABNT – cargas perigosas) e ficha de Emergência e Envelope para o Transporte (cargas perigosas), além do kit para atendimento à emergência (NBR 9735 da ABNT – cargas perigosas). Para o transporte a granel de cargas perigosas, é exigido para o tanque o Certificado de Capacitação para o Transporte de Produtos Perigosos a Granel (CIPP).

Certificado de Inspeção Veicular (CIV) e Emissões

Em relação ao caminhão-trator, é exigido o Certificado de Inspeção Veicular (CIV) e Emissões do escapamento (fumaça preta) dentro dos limites legais.

Condições adversas são aquelas que podem prejudicar o seu desempenho no ato de conduzir, aumentando a possibiliadde de um acidente de trânsito.

   

Iluminação (luz)

Pode ser natural (Sol) e artificial (elétrica). O excesso de claridade provoca ofuscamento, enquanto sua falta atrapalha a visibilidade – e ambos os casos podem resultar em acidente.

A falta de iluminação nas estradas – assim como faróis com defeito, mal regulados ou que não funcionam – gera situações de pouca visibilidade (penumbra), impedindo o condutor de perceber situações de risco a tempo de evitá-las.

Tempo

Algumas condições atmosféricas dificultam nossa visão na estrada, prejudicando o correto uso do veículo no trânsito.

A chuva, o vento, o granizo, a neve, a neblina e até mesmo o calor excessivo, diminuem muito a nossa capacidade de ver e avaliar as condições reais da estrada e do veículo.

Além da dificuldade de vermos e sermos vistos, as condições adversas de tempo causam problemas nas estradas (como barro, areia e desmoronamentos) que as tornam mais lisas e perigosas, provocando derrapagens e acidentes.

Aquaplanagem, ou hidroplanagem

Com água na pista, pode ocorrer a aquaplanagem, que é a perda da aderência do pneu ao solo. Assim, o motorista perde totalmente o controle do veículo, que flutua na água. A aquaplanagem pode acontecer com qualquer tipo de veículo e em qualquer piso. Para evitar esta situação de perigo, observe com atenção a presença de poças na pista, mesmo não havendo chuva, e reduza a velocidade antes de entrar no trecho empoçado.

Trabalho contínuo (muitas vezes mais de 12 horas por dia), privação do sono, hábitos alimentares inadequados, fumo, vida sedentária…

Os motoristas estão expostos a esses riscos em sua rotina e, por isso, estão propensos a desenvolverem doenças cardiovasculares, obesidade e hipertensão.

Vamos combater esses males provendo a qualidade de vida e o bem-estar com as dicas a seguir!

Cuide-se

  • Durma bem, antes e depois da jornada de trabalho.
  • Realize exames periódicos do coração, de visão e diabetes.
  • Alimente-se em horários regulares e evite alimentos pesados e exageros.
  • Faça alongamentos e corrija a postura ao dirigir.
  • Não tome remédios sem prescrição médica.
  • Evite o uso de tabaco.

Não se torne uma estatística para seus colegas de profissão: cuide-se!

Assaltos e roubo de cargas são uma realidade nas estradas brasileiras. Seguindo as regras de segurança a seguir, o motorista consegue se precaver desses riscos.

  • Programe as paradas durante o trajeto e informe a empresa quando chegar e sair;

  • Prefira os postos de abastecimento conhecidos, organizados, com funcionários uniformizados e segurança. Na dúvida, escolha aqueles situados na área urbana das cidades do percurso;

  • Evite os postos conhecidos por sofrerem assaltos com frequência;

  • Só parar em postos protegidos, em locais mais seguros;

  • Nunca durma em pontos desconhecidos, nem estacione longe do posto ou no acostamento;

  • Antes de descer do caminhão, verifique se alguém está próximo e com atitude suspeita;

  • Não deixe o veículo sem vigilância, ainda que por poucos instantes, quando precisar ausentar-se;

  • Atenção para indivíduos disfarçados em falsas blitz ou que simulam defeitos mecânicos no meio da estrada, provocando parada obrigatória para assalto;

  • Esteja muito atento nas imediações do local onde receber a carga, pois é nessa área que ocorre o maior número de abordagens dos ladrões;

  • Não revele a estranhos a natureza da carga, o trajeto a percorrer e o destino. É comum quadrilhas colocarem informantes em bares, oficinas e borracharias: eles procuram fazer amizade e conquistar a confiança do motorista;

  • Ao parar em sinais de trânsito, prefira a pista central, evitando as calçadas e os canteiros;

Fica a dica! Estas rodovias são áreas de risco no Estado de São Paulo:

  • Presidente Dutra (Guarulhos, Jacareí e Arujá)

  • Régis Bittencourt (Taboão da Serra, Barueri e Osasco)

  • Bandeirantes/Anhanguera (Jundiaí e Perus)

  • Raposo Tavares (Cotia)

  • Fernão Dias (Atibaia, Bragança Paulista e Trevo Paulista)

  • Rodovia Anhanguera (Americana, Sumaré, Jundiaí e Campinas).

Fique ligado!

Acidentes rodoviários podem gerar vazamento e derramamento de produtos que, por sua vez, podem poluir a água, o solo e/ou o ar (no caso de incêndio). Para minimizar os impactos ao meio ambiente e à saúde humana, nos casos de acidentes, lembre-se de acionar, o mais rápido possível, a equipe de Atendimento à Emergência contratada por sua empresa. Lembramos que a Equipe de Atendimento à Emergência deverá trabalhar na contenção de vazamentos e derramamentos, usando os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) adequados. Você deve ficar atento quando transportar produtos perigosos para seguir os procedimentos, normas e legislações específicos.

Um produto da MAPFRE Seguros Gerais S.A., CNPJ 61.074.175/0001-38. Processo SUSEP nº 15414.002598/2006-81. O registro deste plano na SUSEP não implica, por parte da Autarquia, incentivo ou recomendação à sua comercialização.

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